Falar de amor, sentir amor, não amar... É das coisas mais dificeis de fazer, falar, sentir amor.
No entanto é o sentimento mais nobre e grandioso que podemos sentir, que devemos, temos de experimentar para que a vida tenha mais sabor, seja mais vida!
É indubitavelmente o sentimento que mais nos faz sofrer e que mais nos faz feliz...
O que fazemos por amor pode ser de facto decisivo e determinante na nossa vida... mas em nome do amor também se cometem muitas atrocidades...
Não é fácil amar, mas se fosse fácil não seria tudo tão aborrecido?!...
Sei lá, divagações...
(Para ti Lili, porque nem sei o que te hei-de dizer...)
Por vezes deixo-me levar pelo luar. Ontem deixei e fiquei sob o seu efeito tempo suficiente para me sentir iluminada! Confesso que fiquei um bocadito lamechas... confesso que não gosto muito de André sardet, mas ontem foi a música que me ocorreu enquanto me banhava no luar.
Cá fica... para vós...
Depois de um dia menos bom nas Férias Desportivas, chegou a casa e disse, em voz baixa e tremida, "mãe, tem cocó", pensei que já tinha nas cuecas, mas não, então sentei-o no bacio mais próximo e aconteceu! Fez um grande cocó no bacio!! VIVA!
É fantástico porque os miúdos adoram e podem andar na água sem stress.
É fantástico porque quando soa o "apito" indicador de onda, o povo salta da toalha e corre, bate palmas, grita e mergulha efusivamente nas ondas! É muito bom........
Ocorreu-nos, enquanto apreciavamos a "ida à onda", que provavelmente muitas daquelas crianças nunca viram o mar. Perante este facto, aquelas ondas são realmente maravilhosas! E são mesmo!
O miúdo adora e a miúda também! Nós também adoramos e portanto, eu adoro, ela adora, eles adoram, nós adoramos e já não conjugo mais o verbo adorar!
O miúdo tem uma personalidade bem marcada e quando algo não lhe interessa, não lhe interessa mesmo. Ora, até aqui, mais conversa daqui, mais dali e a coisa ia andando, mas eis que chegou o momento de deixar a fralda e então é que a coisa não vai.
Já andamos nisto há algum tempo, certo é que as sucessivas diarreias não têm ajudado, mas de há uns dias para cá que anda sem fralda e o sucesso não é muito. Nunca pede para fazer absolutamente nada, nem xixi, nem cocó. Pior, mesmo que o sente no bacio uma hora seguida, não faz, para se levantar e imediatamente a seguir, fazer onde não deve, enquanto exclama "mãe, oia pa mim! ooooohhhh mãe, ooooohhhh...." OOOOOOOOOHHHHHHHHHH filho, já não sei o que te faça.
Teorias há tantas, histórias mais que muitas, eternas comparações com outros, inumeras! Mas já tentei de tudo e neste momento, estou desolada! Nunca pensei que o miúdo apresentasse tanta resistencia ao bacio...
Enquanto tomava o pequeno-almoço (taça de cereais insipidos com leite de soja), pousou uma mosca na mesa e começou a esticar, limpar as asas com as patas.
Observei-a, absorta, por instantes e pensei, "tenho de ir tomar banho"
Ontem à noite, de volta de uns cigarros e de uns copos, entre conversações pesarosas sobre peso, excesso de peso (e claro que eramos só mulheres!), puxa uma, de uma verdade incontornável para todas as presentes, e para a maioria das mulheres também....
Claro que não resisti e trouxe para fazer a fotografia! O que é giro é que foi o "José Matias" a escrever isto!! Estamos solidárias contigo, Zé!
Para todas nós, tenho uma palavra que descobri ontem à noite, morangosca!
E bora lá curtir, porque esta vida são dois dias e um está para acabar!
Ao Berto e à Odete, os nossos votos de felicidades!
Do fds de casamento ficam momentos muito giros, comecando pela ida à praia da Póvoa de Varzim e terminando nos pós de pri-lim-pim-pim, como o miúdo chama ao fogo de artificio, em Riba D'Ancora!
Passou tão rápido o fds. Não fomos ao pinhal das artes, claro que não restava energia para isso e além de mais, estava por aqui um vendaval nada convidativo a actividades ao ar livre. Ainda assim demos um passeio a pé, como gostamos de fazer e fomos ver a banda a tocar na festa da Ortiga, onde o tio paulo comprou coscurões que deliciaram as crianças!
FIA - Duas horas não chegaram para ver decentemente só o pavilhão português. Como disse a rosa, a exposição do IEFP estava verdadeiramente incrivel e muito interessante. Aquilo sim, era um pouco de portugal, das nossas raizes, da nossa cultura e sabedoria. Adorava saber tecer num tear, adorava saber bordar tão bem como as mulheres de viana ou de castelo branco. Adoro e vou tentando para ir aperfeiçoando! Do restante gostei de alguns trabalhos de tecido, feltros e madeiras. Confesso que os trabalhos de trapilho não me surpreenderam e parece-me que já há uma falta de imaginação global... enfim efeitos de uma moda massificada...
Dali saimos com os amigos e fomos ao Delta, estava particularmente animado, o recinto, e os concertos que vimos foram todos muito bons.
Chegamos ao recinto e estava absolutamente faminta, então para tratar da dieta fui-me à pita que estava deliciosa e reguei com red bull. Bebido o dito, já o efeito psicologico da montanha russa que brilhava lá ao fundo do recinto, chamava por mim cada vez mais. Claro que não me aguentei, nem quiz aguentar e fui-me a ela! Fui, já com a adrenalina a subir, aquele friozinho no estomago, fui-me a ela e foram os... sei lá... 10 segundos?!, mais alucinantes da noite! Aquilo é mesmo fantastico. Subimos, descemos, viramos à direita, fazemos um loop, viramos à esquerda e paramos a seguir. Digo, 10 segundo, não mais e sai dali toda chocalhada e com um sorriso de orelha a orelha e esse momento já ninguém me tira!
Sara Tavares, linda, bem. Deolinda foi muito bom, como sempre e já era esperado sem surpresas. Vanessa da Mata, adorei. Tinha que adorar, porque ela é linda, porque adoro a voz dela, porque cantou todas e porque 22 mil pessoas a cantar com ela faz um efeito simplesmente avassalador.