
Momentu (lat.);Espaço pequenissimo de tempo; ápice; instante; tempo ou ocasião em que alguma coisa se faz ou acontece
2006-12-29
2006/2007

2006-12-26
Música do momento
Who are u?
Ever since I saw you
I want to hold you
Like you were the one
It sees right through me
A bullet it comes and takes me
And I love you I love you
I want you but I fear you
Who are u?
Who are u?
Ever since I saw you
I want to hold you
Like you were the one
Your feet rest on my shoes
I sing this song for you
Just to see you smile
And I love you I love you
I love you but I fear you
Who are u?
Who are u?
For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?
For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?
And I love you I love you
I want you but I fear you
Who are u?
who are you?
For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?
For how long
How strong do I still have to be?
David Fonseca
2006-12-22
Peace & Love
Pensei, vou desejar Feliz Natal aos bloguistas… e noto, “Feliz Natal” não são palavras que me digam muito. Não encontro nelas o sentimento que desejo transmitir, por isso resolvi seguir os meus lemas e deseja-los para todos.
Assim sendo:
2006-12-21
Tempo
O Duarte dorme. Tento organizar as ideias e as horas. Há tanto que fazer, que escrever… Ainda não ouvi música desde que estou em casa, não tenho tempo!
O tempo é tramado!
Com tantas consultas e apontamentos, reparo que ainda não agenda para 2007. Pode ser que venha no sapatinho!
Estou a transbordar de emoções, tenho tanto para dizer… a seu tempo virá.
Lá está, tempo!
2006-12-19
Duarte
O primeiro dia do resto da minha vida!
6º dia de vida - Um soninho descansado.
2006-12-06
Tempo... e natal de outro tempo!
Tempo, é o que mais tenho e mais sobra!
Depois de ter “nidificado” todas as divisões da casa ainda tenho mais tempo. Dedico-me a fazer coisas que gosto, ler, música, filmes, cozinhar, bordar e costurar, tenho tempo de fazer tudo!
Como estamos cada vez mais perto do natal, constato que já não tenho mobilidade suficiente que me permita uma “decente” ida às compras, entreguei a minha imaginação aos tecidos, linhas, bordados, botões e máquina de costura para fazer umas prendinhas caseiras…
gosto tanto de trabalhos manuais!
Gosto do natal.
Quando era pequena, os meus avós vinham da Chamusca e traziam avelãs! Um galo enorme, que dava para canja e para corar no forno com puré de batata e couve-flor!
A minha mãe fazia bailarotes ou filhós de abóbora, coscorões, fatias douradas, paridas ou rabanadas e salada de fruta. Morávamos no castelo e todos os moradores trocavam as filhós. “Um pratinho para provar as minhas filhós, vizinha” – “Obrigado, leve das minhas e boa consoada!”.
Íamos à Missa do Galo e quando chegávamos, fazíamos uma pequena ceia, com os fritos, o bolo-rei, café de cevada, licores feitos pela minha mãe (ginja, tangerina, ananás), vinho do porto e anis. A minha mãe não bebe, mas na noite de natal bebia sempre. Um cálice de vinho do porto e uns quantos de anis, porque (e vá-se lá saber porquê) é a sua bebida favorita!
Tínhamos uma enorme lareira que queimava um enorme tronco de oliveira, que o meu pai guardava especialmente para essa noite… não abríamos presentes, mas deixávamos as nossas pantufas na árvore, para o Menino Jesus (sim, na minha casa não era o pai-natal) deixar os nossos presentes. A árvore e o musgo para o presépio eram apanhados no pinhal da Mulher Morta ou no da Beltroa…
Na manhã do dia 25, acordávamos bem cedo, corríamos para a árvore e víamos os presentes… como somos 7 irmãos recebíamos roupa, mas sempre havia um brinquedo, mesmo que não fosse nada do que queríamos! O pequeno-almoço era leitinho com fatias douradas e bailarotes…
Vestíamos as roupas novas e íamos novamente à missa (fui a muitas missa quando era pequena!), quando voltávamos almoçávamos o galo, porque o jantar era sempre bacalhau!
Continuo com algumas destas tradições…
Este ano será diferente, já teremos o nosso menino… que não será Jesus, nem irá à missa, não, isso não!
2006-12-04
37 Semanas

As minhas sobrinhas têm perguntado por onde sai o Duarte... À falta de melhor resposta, segui a sugestão da mais velha, que disse que é pelo umbigo!
A mais nova diz que empresta a chucha dela, mas não lha dá!
A mais velha diz que lhe ralha porque nunca se mexe para ela ver!
As minhas xinhas, nem imaginam o que as espera!
Aguardamos... tranquilamente.
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