Momentu (lat.);Espaço pequenissimo de tempo; ápice; instante; tempo ou ocasião em que alguma coisa se faz ou acontece
2007-08-22
Desbundar
Esta é a musica que o meu filho anda a desbundar. A "Ilha das Cores" é um programa infantil, do canal 2. O Duarte adora e eu recomendo vivamente!
Tentei colocar aqui o video do You Tube, mas associado a ele, aparece pornografia. É lamentavel...
2007-08-21
Mala, procura-se
Preciso de uma mala nova.
A minha mala actual tem tudo e mais alguma coisa lá dentro e já não suporta mais nada. Tenho a minha carteira, a carteira dos documentos do Duarte, o porta-moedas, a bolsa dos comprimidos, a agenda, lenços de papel,acessórios das lentes de contacto, esferografica, bloco de apontamentos, batons e gloss, tretas e afins, mais um par de meias e meia volta, uns brinquedos também!
Preciso de uma mala nova, mas ainda não encontrei nenhuma que me caia no goto… Tem que ser prática, relativamente grande e ter muitos bolsinhos, para o telelé, chaves e tretas afins… mas porque é que trago tanta coisa dentro da mala?! Ideias aceitam-se… o melhor era fazer uma, não era?
Sou tão esquisita e estou cada vez pior!
2007-08-19
Pensamento Positivo
O concerto da Marisa foi absolutamente extraordinário, divino. Fiquei completamente extasiada e feliz. Recomendo vivamente.
O fim-de-semana foi cansativo, mas muito positivo.
Obrigada a todos.
2007-08-17
I won't let the sun go down on me
Na onda das boas energias sentidas ontem à noite, continuo com boas energias hoje!
Fiz uma deliciosa quiche para jantar, acompanhada de amigos e uma excelente sobremesa trazida pela amiga (um beijinho para ela e para a Palominha dela!!). Fomos tomar café, passo a publicidade, ao Arte Caffé e que bem se estava, acompanhada de outra amiga e de óptima música a animar o ambiente. Que bem me soube desanuviar de um dia que tinha sido tão cansativo.
Ela não imagina a falta que me faz. Amigas à distância. Há muitos anos que assim é e no entanto continuamos amigas à brava! A falta que ela me faz… sabe tão bem quando temos uns bocaditos de energia positiva. Obrigada amiga.
Hoje é dia de Mariza no Convento de Cristo. Vou jantar ao Macdonald’s (passando a publicidade), mas não recomendo, faz mal à saúde. Devia comer umas sardinhitas, com pimento assado, para acompanhar o fado… mas depois ficava a arrotar a pimento toda a noite! …e isso não pode ser!
Deixo esta música, que ouvi ontem e já não ouvia há tanto tempo
Energia Positiva
2007-08-13
Paraiso
Andamos, andamos, subimos, subimos e finalmente chegamos a Terras de Bouro, à Quinta Ninfa dos Sonhos, mais conhecida por “casa do Stevie”!
Que bem que soube estar de volta ao verde, ao ar do Gerês e ao Homem, o meu rio…
Não podemos demorar tanto tempo a voltar, um ano, são muitos dias! Passou tão depressa o fim-de-semana que soube a pouco, mas deu para “matar” saudades e revitalizar a mente, que tem andado muito cansada…
Paz e Amor, Peace and Love
São ou não, os oito meses mais lindos que alguma vez se viu?! São pois, claro que são!
2007-08-07
Lamento que não se veja mais do que aquilo que se quer ver.
Lamento que ideias preconcebidas ou herdadas toldem a mente das pessoas.
Lamento que muitas vezes (maioritariamente) não se veja uma pessoa para além da roupa que veste ou daquilo que aparenta ser.
Lamento que se ande no rebanho e se dê leite como as outras, porque é assim, porque tem de ser.
Lamento, irrita-me e magoa-me. Há dias em que não sou capaz… não sou e rendo-me ao cansaço.
2007-07-31
2007-07-30
2007-07-27
História de uma vida - I
Corria o ano de 1953, numa manhã morna do mês de Maio. Ficou frente ao enorme portão da maior quinta da terra e foi bem avisada, “Ficas aqui, o Sr. Casimiro há-de vir com o leite e leva-te. Portas-te bem, não respondas nem refilas, faz o que te mandam e só falas se te mandarem falar. Ouviste?! Não chores, palerma! E se ouço queixas de ti ainda levas, comes uma sova que nem sabes de onde és. Ouviste?!”
Ela ouvia, mas não entendia muito bem. Nove anos, apenas nove anos e hoje não ia à escola. Ia trabalhar para casa dos senhores e lá ia ficar. Havia de ter folga um fim-de-semana por mês, para levar o dinheiro do mês para os pais. Não entendia.
O Sr. Casimiro passou e levou-a na carroça, puxada por um belo Lusitano castanho. Transportava as bilhas do leite, que mais tarde ela própria havia de mugir e às escondidas beber uma caneca de leite, ainda morninho a sair da teta. A carroça subia pela estrada de terra batida, ladeada por cheirosas macieiras e pereiras. Ao fundo a imponente casa senhorial, a casa dos senhores Pestanas. Os Pestanas, conhecidos pelas fazendas, a casa de Cascais, os cavalos, as vacas, animais e hortas afins.
Quando entrou pelas traseiras, na copa da cozinha, ficou parada a observar o tamanho de tudo aquilo, nunca tinha visto nada assim. Uma enorme mesa de carvalho com doze cadeiras, armários envidraçados cheios de loiças, por todas as paredes. Um enorme tapete de sisal que seguia e entrava na cozinha onde numa enorme lareira, ardiam enormes cavacos de oliveira. Completamente absorvida pela grandeza e beleza de tal cenário, não reparou que tinha mesmo ao seu lado a Sr.ª Domicilia, a governanta da casa. Depois de lhe dar um cascudo da cabeça disse, “Então rapariga?! Dormes ou quê? Dizes bom-dia sempre que chegar alguém perto de ti, ou não tens educação?” Estremeceu ao ouvir a voz grossa e pesada da governanta, que de resto era igual ao físico, grossa e pesada. Disse bom dia e foi logo encaminhada para junto do fogão, para que mexesse o tacho com marmelada “atreve-te a deixar queimar o doce e nem sabes de onde és”. Logo lhe leu a sentença “tens a sentença lida, vens ajudar na lida da casa, da fazenda e tomar conta dos meninos. Dormes naquele quarto e de manhã, às 5horas, vais mugir as vacas com o Casimiro. Ouviste?! Fazes o que te mandam e não refilas. Ouviste?!”
Ela ouvia e começava a entender…
2007-07-24
2007-07-21
Coisas boas
Quando era pequena a minha mãe cantarolava uma cantilena que dizia mais ou menos assim: “De Lisboa me mandaram um prato de melhor molho, as costelas de uma pulga, os miolos de um piolho!” Confesso que nunca entendi muito bem o que isto significa ou de onde veio, mas foi a frase que me ocorreu ontem quando vi o que a Rosa Pomar enviou. As coisas que tenho para fazer com este galão… ainda hoje me põem ao trabalho.
2007-07-19
Com a mula!
É de noite, já tarde que me ouço e não ouço nada de jeito! Ainda esta noite mesmo antes de adormecer o meu cérebro cantava “A mula da cooperativa”, não acho isto nada normal…
Cá fica o Max
Era qualquer coisa de especial...
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